terça-feira, 29 de setembro de 2009

Novas obras contemporâneas são inauguradas no Museu Inhotim

O Instituto Inhotim inaugura, nos dias 30 de setembro, 2 e 3 de outubro, nove obras permanentes no museu localizado na cidade de Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte. Os trabalhos são dos artistas Chris Burden, Doug Aitken, Edgard de Souza, Janet Cardiff & George Bures Miller, Jorge Macchi, Matthew Barney, Rivane Neuenschwander, Valeska Soares e Yayoi Kusama. As obras de grande escala estarão disponíveis para a visitação do público a partir do dia 1º de outubro. Dessa maneira, o Inhotim pretende se consolidar como um espaço de arte contemporânea diferenciado, com propostas inovadoras, onde a arte é exposta junto com a natureza. O Inhotim fica na Rua B, número 20, em Brumadinho. O horário de funcionamento é quinta e sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. Os ingressos custam R$ 7 (meia-entrada) e R$ 15 (inteira).

Fonte: (Google; Globo.com)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

21 de Setembro dia da Árvore

Tudo o que é grande, firme e enraizado começa do pequeno. Assim também é a “frondosa árvore da obediência”. Ela começa pequena, de uma simples semente. Semente que encontra um terreno propício para germinar e crescer. O terreno propício para a obediência ser plantada é o de um coração humilde e que busca o amor. A verdadeira e enraizada obediência só pode nascer de um coração humilde. Os soberbos não sabem obedecer; ou melhor, não conseguem obedecer pois estão enraizados por demais em suas próprias conveniências e estruturas interiores…
Obedecer dói. Dói porque fere a carne. Dói porque estraçalha nosso EU tão cheio de nós mesmos. Porém, devemos sempre ter em mente que devemos satisfazer os apetites do Espírito Santo e não aos apetites da carne (e como nossa carne é sedenta, não é mesmo??? Sedenta para ter razão em tudo, sedenta pela vanglória e exaltação de si mesma…).
Uma coisa é certa: o homem velho não está disposto a obedecer e a pagar o alto preço da obediência! Apenas o homem novo, cheio do Espírito consegue perceber que o caminho que leva ao céu é o caminho da obediência pois foi o caminho que Jesus caminhou por primeiro: “Jesus se fez obediente até a morte e morte de Cruz” (Fl 2,8). Se queremos ser santos e imitar ao Senhor, imitemos também em sua obediência.
Deixemos que a semente da obediência seja plantada em nosso coração para ser germinada, regada e crescer aos poucos para gerar bons e santos frutos para nossa comunidade e toda a Santa Igreja.
O mundo precisa de homens e mulheres obedientes! Homens e mulheres que tenham a coragem de dizer: EU OBEDEÇO A DEUS, OBEDEÇO A IGREJA, OBEDEÇO AOS MEUS SUPERIORES, POIS ASSIM O SENHOR O QUER.
Deus abençoe a todos nós e que a “frondosa árvore da obediência” possa encontrar uma raiz profunda em nosso coração!!!!


Fonte: Carol Zabisky (Imagem Google)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Duelo de Mc's Izabela Debate

Izabela Debate contou a presença de Pedro e Leonardo, dois Mc's contando a dificuldade que passaram e ainda passam para que esse projeto tenha uma visibilidade maior, é no Viaduto do Santa Tereza toda sexta apartir das 21hs. Curtam um pouco do que foi esse duelo no improviso.



Izabela Debate


terça-feira, 25 de agosto de 2009

Vik chega ao Museu Inimá de Paula

Vik chega ao Museu Inimá de Paula
Retrospectiva da obra do artista paulista radicado em Nova York chega a BH depois do sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo



Era tarde da noite quando, há 20 anos, o artista plástico Vik Muniz entrava de trem na fronteira da Hungria em direção a Budapeste. De repente, foi abordado por um soldado com metralhadora que se aproximou e pediu o passaporte. Por infelicidade, estava sem o documento. “O que você faz?”, perguntou o militar. “Sou artista”, disse Vik, se arrependendo da resposta. Até então desconhecido, o paulista de origem humilde, toda vez que falava a profissão, recebia um olhar de descrença ou gozação. Ocorreu o mesmo. “Então desenha!”. Sem alternativa, pegou papel e caneta e desenhou o guarda segurando a metralhadora, assinou e escreveu uma dedicatória para Sofia, esposa do militar. “Se ele tiver guardado até hoje o trabalho deve estar valendo uma nota”, diverte-se Vik Muniz, atualmente um dos artistas mais valorizados do país. Na sexta-feira, ele abre uma impactante retrospectiva no Museu Inimá de Paula.

Vista por mais de 250 mil pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo, a exposição Vik recupera aspectos do lado pop da carreira bem-sucedida do artista, que há 27 anos vive em Nova York. O público verá, nos três andares da instituição, fotografias de imagens ícones da cultura mundial recriadas a partir de materiais inusitados, como açúcar, pigmento, miniaturas de brinquedos, lixo, diamante e até materiais perecíveis como chocolate e macarrão. O processo foi “inventado” em 1983. Logo que chegou aos Estados Unidos ele comprou o livro O melhor de Life, coleção de fotografias famosas publicadas na revista. A edição foi perdida e, anos depois, num esforço de relembrá-las, desenhou as imagens sem qualquer outra referência a não ser a memória. Ficou tão tosco que, ao ser convidado para apresentá-las numa exposição, resolveu fotografá-las numa tentativa de suavizar o foco e disfarçar as imperfeições. Mal sabia que nasceria ali a linguagem que o notabilizaria internacionalmente.

Vik Muniz se tornou fotógrafo acidentalmente. Certa vez, usando um bloco de massinha, num exercício de criação, começou a inventar esculturas. A cada nova peça, fotografava o resultado e, em seguida, destruía a obra para fazer uma nova variação. Construiu e destruiu 52 esculturas e, ao fim, só sobraram as fotos e a matéria bruta. As imagens, neste momento, ganharam mais destaque que as esculturas. A linguagem foi potencializada quando passou a realizar esculturas, que, ao ser fotografadas, pareciam mais desenhos livres no espaço. A ilusão de ótica e a tentativa de iludir e confundir o olhar do espectador viraram aliadas em outras séries de trabalhos, como na recriação de cenas inocentes de crianças nativas da ilha de St. Kitts, no Caribe. A maioria tinha um futuro duro nas lavouras de cana-de-açúcar. A imagem não lhe saiu da cabeça, e ao voltar para Nova York resolveu refazê-las e fotografá-las usando como pigmento o açúcar. A preocupação política aparece em outras séries.

Quase tão curioso quanto o resultado visual das imagens é o processo de elaboração. Mas isso o espectador não verá na exposição. Para construir cenas com materiais como o lixo, não raras vezes Vik monta uma grande operação no subúrbio carioca envolvendo dezenas de pessoas, toneladas de lixo e, quando pronto, usa equipamentos de ponta para fotografar do alto. O processo se inverte na criação de desenhos com grãos de pigmentos. Utilizando ferramentas de consultórios de dentistas, Vik trabalhou seis meses e meio com máscara, touca e óculos para fazer o quadro A japonesa, célebre obra de Monet, a partir de pigmentos variados. “Qualquer espirro poderia dissolver tudo aquilo numa nuvem de fumaça”, justifica ele, que montou a cena embaixo de um andaime onde ficava dependurado trabalhando. A complexidade também fez parte da elaboração de um desenho de 600 metros de comprimento, realizado nas minas da Vale do Rio Doce com o auxílio de máquinas e até do GPS da companhia. “Agora, estou tentando retomar uma série com grãos de areia.”



CENAS CLÁSSICAS

Apesar de a questão da escala assustar, essa é uma variante que tem pouco a ver com a complexidade do projeto. No momento, o artista trabalha com um ambicioso projeto de fotografar milhares de pessoas na China, ao mesmo tempo, que, feitas a distância, formarão alguma cena conhecida. “Só de pensar no desafio, dá medo. Do ponto de vista de criação é legal criar problemas que, a princípio parecem insolúveis.” O processo de reproduzir cenas clássicas a partir de materiais inusitados, segundo ele, tende a se esgotar. Nem por isso planeja abandonar por enquanto a linguagem que já dura mais de duas décadas. Quando chegar o momento, ele tem outros trunfos. “Este é só um lado do trabalho desenvolvido. O que a exposição revela é um pouco do que acho da fotografia. É só uma fração do que fiz. Paralelamente, durante todos esses anos desenvolvi oito séries de trabalhos de natureza mais conceituais, mais frios, com uma preocupação mais crítica, que não estão na exposição”, explica.


Nascido em São Paulo, de família pobre – o pai era garçom e a mãe, telefonista –, Vik Muniz (o nome de batismo é segredo) começou a fazer arte com uma única preocupação: estabelecer um diálogo de verdade com o público. Fez disso seu maior objetivo e, desde a sala de aula, quando era professor e dava lições de fotografia, a preocupação em ser didático, sem didatismo, o instigava. O resultado da repercussão da exposição mostra o êxito do seu projeto de vida. “Estou feliz pela possibilidade de itinerância. Fiz pensando em São Paulo e no Rio e já estamos indo para Belo Horizonte e depois Curitiba, além de planos para Fortaleza e Brasília.” Para 2011, ele prepara outra retrospectiva, só que, desta vez, para a Europa. “O formato de retrospectiva tem um pouco mais de possibilidade de ser didático. Isto só cria mais acesso para quem não conhece meu trabalho”, anima-se.

VIK MUNIZRetrospectiva com 131 obras, a partir de sexta-feira, no Museu Inimá de Paula, Rua da Bahia, 1.201, Centro, (31) 3213-4320. Aberta às terças, quartas e sextas-feiras das 10h às 19h; quintas-feiras das 12h às 19h; e sábados das 10h às 19h. Ingressos: R$ 10 (inteira). Visitas guiadas: (31) 3213-4320. Até dia 2 de novembro.

Fonte (divirta-se.uai/Sérgio Rodrigo Reis - EM Cultura )

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fotografos Parabéns a todos nós

Aos felizardos que conseguem viver de fotografia e aos esperançosos que sonham um dia em viver :) (me incluo no segundo grupo), já que uns eventualmente, outros, obcessivamente, com o celular, com o descartável, com equipamentos sofisticados, artesanais pin holes e etc.Abçs. Fica aqui meu singelo parabéns a todos os fotografos e os que ainda vam se tornar um profissional;


Fonte.: Imagem Google.